Ao chegar à escola dia 7 de junho à noite, deparei-me com uma multidão de pessoas na escola e em minha sala três professores. Fui até a secretaria verificar o que estava acontecendo. Avisaram-me então que estava ocorrendo à entrega de boletins para o diurno e todas as salas estavam sendo ocupadas. Sendo assim os alunos da EJA estavam sendo avisados para subirem para a sala de vídeo assistir ao filme Lula, o filho do Brasil. Na hora fiquei furiosa pela falta de comunicação da escola, penso que poderiam ter me avisado na sexta-feira. Mas ainda bem que o filme compensou a troca de planejamento.
Refletindo sobre o uso de filmes na Escola penso que deva ser um espaço em construção de saberes vivos e dinâmicos e que faça sentido para quem ensina e para quem aprende. O processo de ensinar e de aprender é dinâmico e mutante, sendo professor também um aprendiz e o aluno também um transmissor de conhecimentos. Mas, só com uma ação reflexiva o trabalho pedagógico estará a serviço da transformação do homem em ser humanizado e humanizante.
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