Refletindo sobre as atividades da semana percebo que alfabetizar adultos é uma tarefa difícil. Repetir com os adultos o que fazemos com as crianças é reforçar uma condição de subalternidade do adulto, fazendo-o regredir à condição de criança, ignorando todos os sentidos, o conhecimento, a maturidade, seus valores, as experiências já vividas por eles, como se isso nada valesse para o aprendizado. É como reafirmar a negação do direito de estudar a qualquer tempo e por toda a vida. Devemos refletir sobre os conteúdos, a metodologia e os materiais para que eles estejam de acordo com as necessidades e os interesses do mundo adulto com larga experiência de vida e conhecimentos diversos. Concluo com um pensamento de Tiago de Mello, que diz: Não, não tenho caminho novo. O que tenho de novo é o jeito de caminhar...
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